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Leitura: Curioso detalhe na paisagem de fundo em “A Virgem dos Rochedos” poderia reafirmar tese em antigo manuscrito
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Informe Capixaba > Blog > Brasil > Curioso detalhe na paisagem de fundo em “A Virgem dos Rochedos” poderia reafirmar tese em antigo manuscrito
BrasilFestas e EventosNotícias

Curioso detalhe na paisagem de fundo em “A Virgem dos Rochedos” poderia reafirmar tese em antigo manuscrito

Filipe Demétrio Oliveira Passos
Última atualização: 29/09/2025 16:08
Por Filipe Demétrio Oliveira Passos
6 Leitura mínima
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Curioso detalhe na paisagem de fundo em “A Virgem dos Rochedos” poderia reafirmar tese em antigo manuscrito (IMAGEM: WikiCommons / Átila Soares).

ACADÊMICO IDENTIFICA REFERÊNCIA AO SUDÁRIO EM OBRA-PRIMA DE DA VINCI

 

Se as suspeitas do pesquisador brasileiro Átila Soares da Costa Filho estiverem corretas, a célebre pintura “A Virgem dos Rochedos” (versão de Londres), atribuída ao gênio da renascença, Leonardo da Vinci, deverá guardar mais um dentre tantos segredos e curiosidades que fizeram da mesma uma das obras de arte mais místicas da História. O “código” seria uma alusão, em forma de rocha, à cabeça de Cristo como vista no Santo Sudário – o lençol que teria coberto o corpo do Messias após sua crucificação, preservado em Turim, norte da Itália. Estrategicamente posicionado no centro da composição, o mineral faz lembrar o formato de uma cabeça humana, com detalhes sutis – como de praxe – em nuances similares às marcas presentes no rosto extraído da relíquia sagrada, objeto de muita controvérsia desde seu surgimento oficial na Europa no século XIII.

 

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Descobertas de Átila Soares sobre mensagens ocultas na obra de Da Vinci envolvendo o Santo Sudário foram recentemente publicadas na imprensa oficial do Vaticano (IMAGENS: “L’Osservatore Romano / Átila Soares). 

 

O conceito para a criação de “A Virgem dos Rochedos” (concluída em 1506) partiu das ideias do manuscrito “Apocalypsis Nova”, do místico português João Meneses da Silva, o Beato Amadeo da Silva (1420-1482), e discursa sobre um “diálogo místico” entre Jesus e seu primo, João Batista, num instante na eternidade, ainda antes de serem concebidos. Aqui, a alusão à Sagrada Mortalha serviria ao artista, segundo o autor da descoberta, como um elemento a mais em sua contemplação artística a respeito dos mistérios da redenção humana e a superação da morte – já que o tecido tem uma relação completamente visceral com a ressurreição de Jesus. Na verdade, este feito corroboraria uma linha de pesquisa de Átila Soares sobre as evidências que vem descobrindo a comprovar uma aproximação entre Leonardo e o Sudário – assim como também o demonstraram os pesquisadores, o falecido médico e autor Gabriele Montera e Yasmin von Hohenstaufen. O acadêmico ainda desenvolve uma série de estudos afins para evidenciar a mesma correlação do tecido com Michelangelo Buonarroti, “rival” de Leonardo e também um monstro sagrado da Renascença italiana.

 

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A combinação entre o rosto no Sudário de Turim e “a rocha” (na segunda versão) de Leonardo para “A Virgem dos Rochedos” poderia sugerir um elemento-chave na interpretação da pintura (IMAGEM: WikiCommons / Átila Soares).

 

Segundo ele, que é especialista em Patrimônio, Paleontologia e História da Arte, esta versão sobre o tema foi encomendada em 1483 para a Capela da Imaculada Concepção (Milão) – período perfeitamente compatível com o provável interesse do artista pela relíquia -, e executada com a participação de Ambrogio e Evangelista de Predis, supervisionados pelo próprio Leonardo. E conclui: “Em sendo, mesmo, algo intencional da parte de Da Vinci, tal prática de ocultar referências em suas criações também é um fato já bem considerado no meio acadêmico, sobretudo por suas palavras no “Tratado da Pintura” (1632). Dizia ele: ‘Não desprezes esta minha opinião, na qual te é lembrado que não te seja penoso por vezes parar e ver nas manchas das paredes, ou nas cinzas do fogo, ou nas nuvens, ou na lama, ou em outros lugares semelhantes, nos quais, se forem bem considerados por ti, encontrarás invenções admiráveis, que despertam a criatividade do pintor para novas invenções, como composições de batalhas, de animais e de homens, como várias composições de países e de coisas monstruosas, como de diabos e coisas semelhantes, pois serão motivo de honra para ti; pois em coisas confusas a mente desperta para novas invenções.’” Para Leonardo, certamente, tudo valeria como um exercício de percepções ou de raciocínio para tornar qualquer pintura mais rica e interessante. Ou seja, nada mais leonardiano como o que aqui também se sugere”.

Prof. Átila Soares da Costa Filho é bacharel em Desenho Industrial (PUC-RIO) e pós-graduado em Arte e Tecnologia, História da Arte, Arquitetura, Arqueologia e Patrimônio, História da América, Filosofia e Sociologia, Paleontologia e Cultura, História e Antropologia. É membro do Conselho Científico na Mona Lisa Foundation (Zurique), na Fondazione Leonardo da Vinci (Milão), no projeto L’Invisibile nell’Arte c/o Comitê Nacional para a Valorização do Patrimônio Histórico, Cultural e Ambiental (Roma), no Centro Studi Leonardeschi (Varese, Itália) e na revista internacional técnico-histórica, Conservation Science in Cultural Heritage, publicada pelo Departamento do Patrimônio Cultural da Universidade de Bolonha (campus de Ravenna).

Por: Átila Soares

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